sexta-feira, 14 de maio de 2010

2ª Viagem a Macchu Picchu:



O povo daquela cidade é muito simples e vive basicamente do turismo local. Então, por todo o tempo éramos perseguidos por gente vendendo coisas. O guia da excursão era engraçadíssimo, se chamava Valentin, e tocava violão. Bem, voltamos a Cusco a noite e ficamos sabendo que não poderíamos fazer a trilha Inca, pois era época de chuva (Fevereiro) e o caminho estava fechado. No começo fiquei decepcionada, mas depois achei bom, pois não aguentava nem olhar pra minha mochila, quanto mais carregá-la por 3 dias.Sendo assim, fomos a outra agência, que nos vendeu um pacote para Macchu Picchu de trem e dormir uma noite em Águas Calientes, que é um vilarejo, nada recomendável, no pé de Macchu Picchu.Foi a maior fria!! Acordamos cedo para pegar o trem, quando chegamos na estação, o trem não tinha mais lugar...lotado. Eu comecei a entrar em pânico pois, fui para o Peru para conhecer Macchu Picchu e lá estava eu, restando só mais um dia da minha viagem, na estação, com tudo pago e o cara responsável pelo nosso pacote nem olhava pra nossa cara.

1ª Viagem a Macchu Picchu:



Resolvi ir para o Macchu Picchu, pois sempre quis conhecer este lugar onde uma grande civilização, de muito conhecimento, principalmente espiritual, ali habitou. Estava afim de fazer uma viagem tranquila, onde pudesse refletir e conhecer um pouco do que os Incas ali deixaram para nós. Então fomos, uma amiga e eu.
Compramos as passagens, tomamos vacina contra febre amarela (que é obrigatória) pegamos nossas mochilas (eu peguei emprestada uma mochila dela pois seria minha primeira viagem de mochilão) e fomos prontas para fazer a trilha Inca, que levava no mínimo 3 dias e 3 noites dormindo em cabanas.Para chegar em Macchu Picchu, tivemos que passar por Lima (Capital do Peru) então resolvemos ficar duas noites para conhecer esta cidade, coisa que não aconselho pois não tem nada para fazer em Lima. Fomos ao centro e aos museus, que por sinal me deu verdadeira dó, pois eles não tinham quase nada da civilização Inca. Os americanos roubaram tudo. Demos umas voltas pelo centro de Lima e eu com cara de turista, com uma câmera fotográfica maior do que eu. Só depois que quase fui assaltada, fiquei sabendo que o centro de Lima era muito perigoso.
Bom, depois de um dia e meio em Lima, pegamos um avião e fomos para Cusco, que é uma cidade rodeada de ruínas Incas, uma hora de trem de Macchu Picchu. Logo arrumamos um ótimo hotel chamado Eureka, uma graça de lugar e o preço muito bom, em torno de US$10 dólares por dia. Deixamos nossas mochilas pesadíssimas no hotel e fomos dar uma volta pela cidade e nos informar sobre o caminho que queríamos fazer.
Numa rua, onde só tinha agências de turismo, nós enfiamos na primeira que encontramos, para não perder muito tempo. Em seguida fomos, com uma excursão, visitar um ruína bem próxima dalí. Como chovia muito, e não estávamos com paciência para ficar com o grupo, ficamos tirando fotos.

2ª Viagem a Itália:




Quando decidi vir à Itália para estudar italiano, não sabia por onde começar a organizar as coisas. Afinal das contas, nunca tinha pisado na Europa, e tinha uma vaga idéia a respeito das cidades italianas. Ajudado pelos conselhos da minha professora de italiano no Brasil, e depois de um certo período de muita dúvida, escolhi vir para Roma, e, depois de analisar algumas escolas indicadas pela mesma professora, optei pela Torre di Babele.
Hoje, em minha última semana aqui, posso concluir que tais escolhas foram muito felizes. Primeiramente, Roma, que, seguramente, é uma cidade que todos deveriam conhecer. Ė certo que, no início, a cidade me pareceu um pouco estranha, mas aos poucos fui descobrindo as belezas daqui (às vezes escondidas onde menos se espera), as interessantes peculiaridades, os séculos de história que se pode vivenciar (muitas vezes tudo em um mesmo quarteirão)… Nada como tomar um meraviglioso gelato italiano sentado em frente à Fontana de Trevi, ou mangiare uma pasta tendo o Coliseum ao fundo, tomar um vinho em Campo de Fiori, sentar para descansar (depois de mais uma longa caminhada) na Praça de San Pietro, etc. etc. O que não falta aqui são momentos e lugares de se lembrar para sempre.

1ª Viagem a Itália:


Estive em viagem,durante três semanas, pela Itália, juntamente com meu marido, em visita aos meus cunhados, Pr. Marcos, Pra. Eliane e meus sobrinhos, Carla e Léo, dois jovens dos quais me orgulho muito e Maria Vitória, a caçulinha, que já estão há dois anos, em missões naquele país.
Durante esse período não foi possível escrever nada em meu diário, pois o tempo não permitia. Agora que estou de volta ao meu computador, em minha casa, estarei colocando em dia meus textos e meditações para compartilharmos um pouco daquilo queDeus está fazendo, neste tempo que ainda nos resta, antes que Ele venha!

2ª Viagem a China



Ao estudar a história da China, pude encontrar a razão para essa desconfiança. É que os chineses não tiveram outra coisa senão atitudes execráveis dos europeus. Assim, por exemplo, os britânicos introduziram o ópio para dominar mais facilmente o povo chinês no século 19. A partição de Shanghai entre as potências europeias e a forma pela qual os europeus trataram os chineses em sua própria terra à luz de uma ética moderna foi simplesmente inaceitável e condenável. É, pois, impressionante que o povo chinês não guarde rancor ou amargura contra os ocidentais e possam recebê-los com um sorriso. De certa forma, penso comigo que encerra uma certa superioridade espiritual dos orientais ante os ocidentais.
Outro aspecto marcante de minha viagem e da minha relação pessoal com esse povo é o grau de extrema curiosidade do povo chinês em relação aos ocidentais. Recordo-me de passagens hilariantes em que me envolvi. Assim, em minha visita à Grande Muralha da China, a uma hora de Pequim, fui rodeado por uma multidão de chineses, crianças, jovens, velhos, homens e mulheres pedindo-me gentilmente para tirar fotografias com eles. Fiquei muito feliz, mas ao mesmo tempo um pouco desconcertado, pois me sentia como um ET visitando o planeta Terra. Obviamente era muito diferente fisicamente dos que me cercavam e a curiosidade me lembrava das diferenças. Todavia, sentia que era uma curiosidade e quase uma admiração em relação à minha pessoa, pela forma como me saudavam após as fotografias terem sido tiradas. De repente, percebi que, com a vaidade que nos enfeitiça, que disputava a curiosidade e a admiração dos chineses com a Grande Muralha a quem todos fomos visitar.

1ª Viagem a China:


Embora não tanto como nós brasileiros, os chineses também dão-se as mãos nas ruas e se abraçam, algo que me surpreendeu, pois imaginava que como os japoneses, o contato pessoal devesse ser evitado. Outra característica do povo chinês que o aproxima ao povo brasileiro é o fato de eles serem absolutamente incapazes de dizer "não". Isto é desconcertante, principalmente em reuniões de negócios, como as que presenciei por dezenas de vezes. Quando indagados de forma direta, você tem interesse?
Ou você concorda? Sempre diziam "maybe" (talvez em inglês). Quando indaguei ao nosso intérprete o que significava, ele me confirmou o que presumia: era uma forma de evitar o não, que na sua cultura seria considerado uma descortesia com o estrangeiro, o visitante. A partir daí, busquei uma nova forma de indagação: "maybe yes or maybe no?". E dessa forma abri a possibilidade de ao menos indicarem o que seria mais provável no futuro como resposta. Isto confunde muito o ocidental no trato de negócios com os chineses. Realmente, nunca sabemos o que pensam e de que forma vão reagir nas propostas ou contrapropostas negociais. É necessária extrema paciência ao lidar com os chineses. Eles são muito cautelosos e extremamente desconfiados.

2ª viagem ao Egito


Quem construiu as pirâmides? Como a Esfinge perdeu o nariz? Para que a viagem ao Egito seja completa, é preciso saber um pouco de história. O professor Marcos Geribello, engenheiro e egiptólogo, elencou dez pílulas de conhecimento para você ter em mente quando deparar com os milênios de existência do Egito
- O Egito tem 6 mil anos de história. No Antigo Egito, mais de 200 faraós, divididos em 31 dinastias, reinaram por mais de 3 mil anos a partir de 3100 a.C.
- O primeiro faraó, que uniu o Alto e o Baixo Nilo, foi Narmer (não perca a Paleta de Narmer, na entrada do Museu Egípcio, no Cairo). A última foi Cleópatra VII.
- O leste do Egito, do sol nascente, representa a vida. É onde foram construídas as cidades e os templos, como Karnak e Luxor. O lado oeste, do sol poente, representa a morte. Ali estão as pirâmides, o Vale dos Reis, as tumbas e os templos mortuários.
- Os egípcios antigos eram os maiores grafiteiros da história. Cobriam todas as paredes de templos e tumbas com inscrições hieroglíficas em baixo-relevo e coloridas. Algumas ainda mantêm as cores originais.
- Os hieróglifos eram a escrita sagrada e foram usados desde 3500 a.C. até 395 d.C. Permaneceram um mistério, até que, em 1822, o arqueólogo Champolion decifrou a Pedra de Rosetta, que está em Londres.
- Mais de 100 pirâmides de grande porte, além de outras centenas de pequenas dimensões, estão espalhadas ao longo do Nilo.

1ª viagem ao Egito


Creio que nada, absolutamente nada, pode te preparar para o enorme impacto que uma viagem ao Egito pode causar em você. E digo isso para os amantes de história, porque para aqueles que só conseguem ver sujeira, poluição, atraso e só sabem criticar o que lhes parece estranho aos olhos, nem venham. O Egito não foi feito para vocês. Mas, para os amantes da história como eu, preparam-se para uma literal viagem no tempo, onde nós, orgulhosos de nossos tempos de alta tecnologia e definição, nos sentimos uns trogloditas por simplesmente não conseguirmos entender como eles construíram tantas "faraônicas" maravilhas a "meros" três mil anos atrás. E pasmemos juntos, amém!