
Ao estudar a história da China, pude encontrar a razão para essa desconfiança. É que os chineses não tiveram outra coisa senão atitudes execráveis dos europeus. Assim, por exemplo, os britânicos introduziram o ópio para dominar mais facilmente o povo chinês no século 19. A partição de Shanghai entre as potências europeias e a forma pela qual os europeus trataram os chineses em sua própria terra à luz de uma ética moderna foi simplesmente inaceitável e condenável. É, pois, impressionante que o povo chinês não guarde rancor ou amargura contra os ocidentais e possam recebê-los com um sorriso. De certa forma, penso comigo que encerra uma certa superioridade espiritual dos orientais ante os ocidentais.
Outro aspecto marcante de minha viagem e da minha relação pessoal com esse povo é o grau de extrema curiosidade do povo chinês em relação aos ocidentais. Recordo-me de passagens hilariantes em que me envolvi. Assim, em minha visita à Grande Muralha da China, a uma hora de Pequim, fui rodeado por uma multidão de chineses, crianças, jovens, velhos, homens e mulheres pedindo-me gentilmente para tirar fotografias com eles. Fiquei muito feliz, mas ao mesmo tempo um pouco desconcertado, pois me sentia como um ET visitando o planeta Terra. Obviamente era muito diferente fisicamente dos que me cercavam e a curiosidade me lembrava das diferenças. Todavia, sentia que era uma curiosidade e quase uma admiração em relação à minha pessoa, pela forma como me saudavam após as fotografias terem sido tiradas. De repente, percebi que, com a vaidade que nos enfeitiça, que disputava a curiosidade e a admiração dos chineses com a Grande Muralha a quem todos fomos visitar.
Outro aspecto marcante de minha viagem e da minha relação pessoal com esse povo é o grau de extrema curiosidade do povo chinês em relação aos ocidentais. Recordo-me de passagens hilariantes em que me envolvi. Assim, em minha visita à Grande Muralha da China, a uma hora de Pequim, fui rodeado por uma multidão de chineses, crianças, jovens, velhos, homens e mulheres pedindo-me gentilmente para tirar fotografias com eles. Fiquei muito feliz, mas ao mesmo tempo um pouco desconcertado, pois me sentia como um ET visitando o planeta Terra. Obviamente era muito diferente fisicamente dos que me cercavam e a curiosidade me lembrava das diferenças. Todavia, sentia que era uma curiosidade e quase uma admiração em relação à minha pessoa, pela forma como me saudavam após as fotografias terem sido tiradas. De repente, percebi que, com a vaidade que nos enfeitiça, que disputava a curiosidade e a admiração dos chineses com a Grande Muralha a quem todos fomos visitar.
